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Geração Renda
Territórios Quilombolas e Geração de Renda. Este será o tema do III Encontro das Comunidades Negras/Quilombolas da Paraíba, que acontecerá entre os dias 23 e 25 de agosto, em João Pessoa (PB). A subsecretária de Políticas para Comunidades Tradicionais, Givânia Silva, representará a Seppir na mesa redonda sobre o papel das instituições. Durante o encontro, será apresentado um mapa da localização e da realidade dos quilombolas da Paraíba. O foco central do evento será o debate sobre a geração de renda e o futuro das comunidades negras, além das políticas governamentais para quilombos no estado. O evento tem apoio da Seppir,da CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço), da AACADE (Associação de Apoio às Comunidades Afrodescendentes da Paraíba), do Banco do Nordeste, e da CEQNEC (Coordenação Estadual das Comunidades Negras e Quilombolas da Paraíba). |
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Articulações
Deputados da bancada federal do Espírito Santo reuniram-se, na última quinta-feira (16) a subsecretária de Políticas para Comunidades Tradicionais da Seppir, Givânia Silva, em busca de uma solução para os conflitos no território quilombola de Linharinho, em Conceição da Barra (ES). Um novo encontro será marcado no Espírito Santo, desta vez, com a participação da Seppir, das bancadas estadual e federal, do Incra e do Ministério Público. Linharinho tem 9.542,57 hectares e o foi reconhecido como quilombola por estudos realizados pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Os resultados da pesquisa já foram publicados em edital pelo Incra. |
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Condecoração
A ministra Matilde Ribeiro foi agraciada no dia 10 de agosto com a comenda Grã-Cruz de Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho,no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília. O grau Grã-Cruz é a segunda conderação mais elevada concedida a autoridades federais, estaduais e militares, sendo a primeira entregue ao Presidente da República, chefes de Estados Estrangeiros e ao Grão-Mestre da Ordem. Neste ano, Ribeiro é a única autoridade de Estado condecorada com a comenda Grã-Cruz. |
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Festival de Gramado
O Festival de Cinema de Gramado em sua 35ª. edição nesta terça-feira (14) fez a entrega do Troféu Oscarito a Zezé Motta por seus 40 anos de carreira no cinema e na TV. Já tendo participando de 33 filmes e mais de uma dezena de novelas e mini-séries Zezé retribuiu a homenagem cantando Minha Missão, de J. Nogueira e P.C. Pinheiro. Natural de Campos do Goytacazes no norte do estado do Rio de Janeiro, pai músico e mãe costureira aos dois anos Zezé foi viver no Rio de Janeiro. Sua iniciação ao teatro começou com um curso na prestigiada escola Tablado. Jovem, teve uma formação política durante sua adolescência quando freqüentava uma instituição católica criada por Dom Helder Câmara até hoje existente na Cruzada São Sebastião. Aos 22 anos fez uma viagem aos Estados Unidos e conheceu em Nova Yorque o movimento negro no auge do ‘black is beuatifull’ e que a fez perceber a importância dos negros terem orgulho de si próprios e de seus traços naturais. Deixou de alisar os cabelos passando a se ver como portadora de uma beleza própria e com mais orgulho e respeito por sua origem racial mantendo assim elevada a sua auto-estima. |
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... Essas que cantaram, dançaram, pintaram e bordaram
Essas que escreveram e traduziram sentimentos
Essas que ocuparam ruas e praças
Essas que assumiram os lugares até então proibidos... |
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A Essas e Tantas Outras, poemo publicado no Dicionário Mulheres do Brasil. |
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Será aberta nesta sexta-feira (17), em Brasília a 2ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. A cerimônia, que se inicia às 18h, terá a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; primeira-dama, Marisa Letícia; das ministras Nilcéa Freire (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), Dilma Roussef (Casa Civil), Marina Silva (Ministério do Meio Ambiente), Marta Suplicy (Ministério do Turismo), Matilde Ribeiro (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial) e Jacqueline Pitanguy, presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher à época da Constituinte, além de outros ministros e autoridades do Legislativo e do Exterior.
O público estimado é de 3.000 participantes, entre delegadas eleitas nas conferências regionais, municipais, estaduais, distrital e governamental, e convidadas. Até segunda-fiera (20), quando acontece a Plenária Final, as delegadas farão uma avaliação e revisão do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e discutirão a participação das mulheres nos espaços de poder.
Foram 600 conferências municipais, regionais e estaduais, realizadas de março a julho deste ano, que mobilizaram 195 mil mulheres em municípios de todos os Estados do Brasil. Ao longo das conferências, 10 governos estaduais firmaram compromisso para a implementação do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Ao todo, 24 Estados já pactuaram a adesão. Entre janeiro de 2005 e junho de 2007 foram assinados cerca de 300 pactos com entes federativos para sua implementação. Também foram criados diversos organismos governamentais municipais e estaduais de políticas para mulheres (secretarias da mulher, superintendências, coordenadorias, assessorias, etc.)
Programação
No sábado, o regulamento da II CNPM será aprovado durante a Plenária de Abertura. Em seguida, o Painel 1 abordará o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres: balanço e perspectivas, do qual farão parte as ministras Nilcéa Freire (SPM), Dilma Roussef (Casa Civil), Marina Silva (Meio Ambiente) e Matilde Ribeiro (Seppir). A tarde é reservada aos grupos de trabalho, que também farão uma avaliação do Plano.
Domingo, o Painel 2 discute a participação das mulheres nos espaços de poder: experiências internacionais, com a deputada argentina Juliana Marino; com a ministra da Família e Promoção da Mulher de Angola, Cândida Celeste da Silva; com a presidenta do Partido Ação Cidadã da Costa Rica, Epsy Campbell; com a diretora da UNIFEM, Ana Falú, entre outras. Já o Painel 3 apresenta a experiência brasileira, com a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, deputada federal Luiza Erundina, ministra do Supremo Tribunal de Justiça Eliana Calmon, Jandira Feghalli, Secretária de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói (RJ), entre outras. À tarde, os grupos de trabalho analisam as propostas e recomendações do relatório-síntese das conferências estaduais, do DF e governamental.
Segunda-feira é reservada à Plenária Final, na qual serão feitas a deliberação sobre as propostas e recomendações dos grupos e a aprovação das moções. A programação completa está em www.spmulheres.gov.br
2ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
Data: 17 a 20 de agosto de 2007
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental) –
Brasília/DF
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| Mulheres acompanharam o lançamento da publicação em Brasília
Foto: Divulgação Seppir |
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“Quantas portas e baús se abriram para nós”, essa foi uma das impressões do momento de produção do livro Mulheres Negras do Brasil, contadas ao público de Brasília pela autora Schuma Schumaher na última terça-feira (14), no foyer do Teatro Nacional. Ao lado do também autor Érico Vital Brasil, ela também dividiu com a platéia os dilemas enfrentados como a seleção de mulheres negras que fizeram e fazem história no Brasil. “Buscamos imagens com diferentes posturas e que evidenciassem a dignidade das mulheres negras brasileiras”, disse.
A mesa composta pelas ministras Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) e Nilcéa Freire (Políticas para as Mulheres) ressaltou a contribuição das mulheres negras para a formação do Brasil e a extensa demanda de políticas públicas para enfrentamento do racismo e sexismo, para inclusão efetiva desse grupo na sociedade brasileira em igualdade de condições e acesso.
A obra tem 3.200 exemplares para distribuição gratuita, feita nos lançamentos regionais para organizações e entidades do movimento negro e para as mulheres negras cujas histórias e imagens compõem o livro.
A incursão, gerada pelos lançamentos locais, está possibilitando percepções positivas acerca da organização de diferentes setores do movimento negro e a força da rede contra o racismo no Brasil. “A superação do racismo é uma tarefa do segmento branco e todos, brancos e negros, temos de enfretá-lo”, conclamou Schuma Schumaher.
Mulheres Negras do Brasil (Senac Editoras) ajuda a construir um novo olhar sobre o passado e a superar a invisibilidade das mulheres negras, levando ao reconhecimento de suas contribuições na formação da identidade brasileira. É resultado de três anos de pesquisa em todas as regiões do país, especialmente nos estados do Maranhão, Pernambuco, Bahia, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
O título conta também com cerca de 950 imagens que ilustram o dia-a-dia dessas mulheres. A publicação integra o projeto "Mulher, 500 anos atrás dos panos", quem vem sendo desenvolvido pela Redeh. A obra tem patrocínio da Petrobras e do Banco do Brasil e apoio da Seppir, Unifem e Global Fund for Woman. |
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Expediente:
Assessoria de Comunicação Social da Seppir
Jornalistas: Isabel Clavelin e Rose Silva
Editoração: Njobs
Telefone: (55 61) 3411-4977
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Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Esplanada dos Ministérios Bloco A - 9º andar - CEP 70054-906 - Brasília - DF - Brasil
E-mail: seppir@planalto.gov.br |
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