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Campanha gênero e raça
O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher, Unifem, convida instituições, grupos e/ou pessoas físicas residentes em um dos quatro países da América Latina: Brasil, Bolívia, Guatemala e Paraguai a participarem do “Concurso Logomarca e Slogan para o Programa de Incorporação das Dimensões de Igualdade de Gênero, Racial e Étnica nas Políticas de Combate à Pobreza”, para divulgação local, nacional e internacional. O período de inscrições será de 1 a 15 de maio de 2007. O regulamento e o edital do concurso estão no site do UNIFEM (www.unifem.org.br). |
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Personalidades negras
Será no dia 10 de maio próximo, às 18 horas, no auditório do Memorial RS, Avenida Sete de Setembro,nº 1020, Centro, Porto Alegre, o lançamento oficial do livro, com sessão de autógrafos, que reúne as melhores redações do Concurso Personalidades Negras do Rio Grande do Sul desenvolvido em 2006. A promoção e execução do Concurso foram de Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras, com patrocínio da Fundação Cultural Palmares e apoio das secretarias de Educação do estado e do município e Assembléia Legislativa do RS. Já foram distribuídos 8.658 livros para a Secretaria de Educação do RS e 300 exemplares para a SMED. As duas secretarias farão a distribuição da publicação para as escolas do interior e capital, aos estudantes premiados, às professoras que trabalharam neste projeto e aos familiares das personalidades homenageadas. |
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Lei 10639/03
Estão abertas as inscrições para o curso de extensão “Produção Cultural Afro-Brasileira para a Criança – Lei 10.639”, no Campus Viamão da PUCRS. O curso oferece os módulos: Identidade e Etnicidade, Educação na Diversidade e Educomunicação e Interculturalidade. As aulas ocorrem nas sextas à noite e aos sábados pela manhã, de maio a julho. Informações: www.pucrs.br/cursoseeventos. |
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Mulheres negras
O Grupo de Mulheres Negras Nzinga Mbandi e a ONG União Negra Ituana (Unei) informam a abertura de inscrições para o VII Encontro Regional de Mulheres Negras, a ser realizado nos dias 27 e 28 de julho, na cidade de Itu, em comemoração ao Dia da Mulher Negra Latina Americana. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho. Informações com Silvana Veríssimo pelo e-mail: nzingambandi77@yahoo.com.br |
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Nova Terra (fragmento)
Irá chegar um novo dia, um novo céu, uma nova terra, um novo mar.
E nesse dia o povo nômade, em toda a terra a liberdade ganhará.
Na nova terra o nômade vai ter direito
de acampar e assegurar o seu sustento
ninguém irá denunciá-lo sem razão
e o nosso povo irá olhá-lo como irmão.
Na nova terra os ciganos podem ver
o seu direito de ir e vir acontecer
o acampamento será sempre respeitado
nunca será pela polícia molestado.
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Cristina Garcia, estudiosa dos ciganos no Brasil |
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Família de comunidade cigana do município de Eunápolis, na Bahia
Foto: arquivo seppir |
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O governo brasileiro protagoniza pela vez na história do país uma série de comemorações ao Dia Nacional do Cigano, 24 de maio. A celebração foi instituída por meio de um decreto presidencial, em 2006, para atender a demanda dos ciganos por visibilidade. É resultado de uma ação da Seppir em conjunto com a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) que incentiva a valorização cultural das comunidades tradicionais.
Nos dias 22 e 23 de maio será realizado pelo Ministério da Cultura um curso de capacitação de lideranças para a elaboração de projetos que ampliem o acesso das comunidades ciganas ao conjunto de bens e serviços públicos. A expectativa é que participem 24 líderes comunitários de vários estados.
No dia 24 de maio haverá uma solenidade no Congresso Nacional, com a presença de mais de 80 ciganos de todas as regiões do país. Durante a atividade estão programados o lançamento da Cartilha de Direitos da Cidadania Cigana, elaborada pela SEDH, e a divulgação do Relatório do Grupo de Trabalho para as culturas ciganas. Será ainda assinado um termo de compromisso com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para o levantamento do patrimônio cultural imaterial cigano.
As ações federais voltadas a esses grupos – que somam cerca de 600 mil pessoas no Brasil – iniciaram a partir da interlocução com as etnias rom e calon, aprofundada no processo da 1ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, em 2005. O governo brasileiro apresentou como propostas a produção de materiais informativos sobre programas sociais, cursos profissionalizantes, estímulo à formação de cooperativas e programas de alfabetização e escolarização infantil e adulta. Os ciganos têm ainda um representante no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, Cláudio Yovanovitch, que agrega vários grupos étnico-raciais da sociedade civil e faz parte da estrutura da Seppir. |
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A Seppir promove no dia 9 de maio, das 9h às 13h, o Diálogo sobre a Diversidade nas Empresas, que deve reunir cerca de 100 empresários, sindicalistas e representantes de organizações da sociedade civil no Museu Afro Brasil. O evento tem como objetivo principal consolidar o compromisso público das empresas atuantes no Brasil com a diversidade racial em seus quadros.
Participam dos painéis representantes do Instituto Ethos, do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, do Instituto Interamericano pela Igualdade Racial (Inspir), da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Embaixada Alemã no Brasil.
Entre as empresas representadas, estarão a IBM, a Volkswagen, a Faber Castel, a Basf e as brasileiras CPFL Energia e Camisaria Colombo.
Segundo a ministra Matilde Ribeiro, o encontro possibilitará a proposição de iniciativas e medidas a fim de ampliar a promoção da igualdade racial dentro das empresas participantes, bem como tornar mais visíveis essas práticas, para fortalecê-las. “Pretendemos ainda difundir as ações de promoção da igualdade racial para outras empresas, sensibilizando-as para a importância da diversidade”, afirma.
O Diálogo será organizado em painéis que discorrerão sobre experiências de diversidade praticadas nas empresas nacionais e transnacionais, possibilidades de ações conjuntas e a Campanha da Diversidade, que deve estreitar a parceria da Seppir com empresas que estimulam a presença de vários grupos étnicos em seus quadros, em todos os níveis hierárquicos. |
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A Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentará, na próxima quinta-feira (10/5), um novo relatório sobre a discriminação no mundo do trabalho, no qual se examinam as formas tradicionais e novas em que esta se apresenta e se analisa o progresso na luta para eliminá-la em nível nacional e internacional.
O relatório “Igualdade no Trabalho: Enfrentando os Desafios” será apresentado formalmente em Bruxelas, pelo diretor-executivo da OIT, Kari Tapiola, o ministro do Trabalho da Bélgica, Peter Van Velthoven, e a especialista da OIT, Manuela Tomei, autora do relatório. Em Brasília, a apresentação do relatório será feita a partir das 9 horas do dia 10 no auditório do Tribunal Superior do Trabalho (TST) pela diretora do Escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo.
O relatório ressalta a existência de novas formas de discriminação, como o tratamento injusto ao contratar trabalhadores jovens ou mais velhos, pessoas com deficiência, pessoas vivendo com HIV e discriminação com base na orientação sexual. Também explora os novos desafios apresentados por práticas que afetam os que têm uma predisposição genética a desenvolver certas doenças, ou os que têm um estilo de vida considerado pouco saudável por situações como o uso do tabaco ou a obesidade.
As formas tradicionais de discriminação por gênero, idade, raça e origem social, que afetam milhões de pessoas, continuam vigentes apesar dos esforços realizados para combatê-las, incluindo mudanças na legislação. O relatório conclui com uma série de sugestões de políticas e oferece um plano de ação para obter a igualdade para todos no trabalho.
Há quatro anos, a OIT publicou o primeiro relatório global com uma avaliação confiável sobre a situação da discriminação no local de trabalho. Pediu a governos que adotassem um enfoque mais integrado para eliminar a discriminação no trabalho, que gera grandes custos para a economia mundial na forma de lucros não realizados. O relatório deste ano apresenta novas recomendações baseadas nas lições aprendidas com o objetivo de avançar ainda mais na eliminação de todas as formas de discriminação. |
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Por Marcello Larcher
Da Agência Câmara
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias aprovou na quarta-feira (25/4) o Projeto de Lei 7575/06, do Senado, que inclui entre os beneficiários do crédito rural os quilombolas, os arrendatários de terra, os produtores rurais que trabalhem em regime de parceria e os consórcios e condomínios agrários.
A relatora da proposta, deputada Iriny Lopes (PT-ES), afirmou que já existe determinação para que os descendentes de quilombolas tenham preferência dentro do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), mas ainda não foi implementado nenhum programa específico para essa população. "Atualmente eles disputam os mesmos recursos destinados aos demais agricultores familiares dos grupos B e C do Pronaf", relatou.
Pequenos produtores
A proposta altera a Lei 8171/91, que trata da política agrícola no País. O objetivo do crédito rural é fortalecer os pequenos produtores. Hoje têm direito ao benefício indígenas, produtores rurais extrativistas, produtores de mudas ou sementes básicas e de sêmen e embriões e pessoas que se dediquem a atividades florestais e pesqueiras.
O empréstimo pode ser utilizado para cobrir as despesas normais do ciclo produtivo, investir em bens ou serviços e pagar gastos com a comercialização. As taxas de juros variam de 8,75% a 13,95% ao ano e os valores contratados podem chegar a R$ 500 mil, com prazos de até 12 anos para pagamento.
Tramitação
O PL 7575/06 tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. |
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Expediente:
Assessoria de Comunicação Social da Seppir
Jornalistas: Isabel Clavelin e Rose Silva
Editoração: Njobs
Telefone: (55 61) 3411-4977
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Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
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E-mail: seppir@planalto.gov.br |
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