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Em pleno Morro da Mangueira, reduto do samba carioca, a Seppir, Ministério da Cultura e Iphan (Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) assinaram um termo de cooperação técnica, em 2 de dezembro, para realização de uma de pesquisa junto às velhas guardas das escolas de samba para tombamento do samba como patrimônio cultural do Brasil. O trabalho vai registrar histórias orais, levantamento fotográfico e de materiais das velhas guardas da Mangueira, Portela, Salgueiro, Vila Isabel, Estácio de Sá e Império Serrano.
No convênio, firmado no Centro Cultural Cartola, a Seppir será responsável pela montagem de uma exposição itinerante com o acervo da pesquisa. A proposta é elaborar um banco de dados a ser disponibilizado para estudantes, pesquisadores e comunidade, servindo de material de estudo para a lei 10.639, que determina o ensino da cultura e história africana e afro-brasileira.
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