REAL:
QUATRO ANOS |
CRESCIMENTO

O Produto Interno Bruto cresceu 17% entre 1994 e 1997, o que equivale a uma taxa de crescimento médio anual de 4%. Em contraste, nos quatro anos que antecederam o Real, o crescimento médio do PIB foi negativo em 0,2%.
Levando em consideração 1998, serão 6 anos consecutivos de crescimento do PIB, fato que não era observado desde o final da década de 70.
Entre 1990 e 1993, o crescimento negativo do PIB foi formado por dois anos de taxas positivas de crescimento (1991 e 1993) e outros dois anos de recessão (1990 e 1992), o que reflete o padrão de "gangorra" que foi a regra na década de 80 e no início da década de 90.

No período de 1994 a 1997, o PIB real per capita cresceu a uma taxa média de 2,6% ao ano, ultrapassando em 1997 o patamar dos US$ 5.000 por habitante.
De acordo com o IBGE, o rendimento médio nominal dos trabalhadores cresceu significativamente em todas as regiões metropolitanas pesquisadas, com destaque para as capitais do Nordeste, onde os ganhos relativos superaram a média nacional.

O PIB per capita ultrapassou a marca de US$ 5.000 no ano de 1997.


DESCENTRALIZAÇÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA |
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| FORD | Rio Grande do Sul |
| GM | Rio Grande do Sul |
| AUDI (Volkswagem) | Paraná |
| VOLKSWAGEM (caminhões) | Rio de Janeiro |
| MERCEDES BENZ | Minas Gerais |
| PEUGEOT | Rio de Janeiro |
| RENAULT | Paraná |
| CHRYSLER | Paraná |
| HONDA | Sumaré/ São Paulo |
| HYNDAI e ASIA MOTORS | Bahia |

INVESTIMENTO E PRODUÇÃO
A indústria mecânica opera a alta capacidade, alcançando os níveis mais altos desde o primeiro trimestre de 1987.
Bens de capital para construção, energia elétrica e de uso misto, cresceram, nestes 4 anos, 49%, 17% e 9%, respectivamente (até março).
Os investimentos estrangeiros diretos aumentaram de US$2,2 bilhões, em 94, para US$ 17 bilhões, nos 12 meses terminados em abril de 1998.
A expectativa é de US$ 20 bilhões em investimentos diretos no final de 1998, ou seja, 10 vezes o valor de 94.

Depois de sua elevação em novembro, para fazer frente à crise da Ásia, as taxas de juros prosseguem sua trajetória declinante contribuindo, assim, para promover o crescimento e a redução do déficit fiscal.